domingo, 13 de dezembro de 2009

Chanuca 5770


Tivemos o inicio de uma grande comemoração para o nosso povo, que é a festa de Chanuca.
E nós aqui de Ponta Grossa não podíamos deixar de comemorar...
Tivemos uma breve explicação do que era Chanuca, ministrada pelo nosso querido Rosh Moshe ben Yishai, teremos neste próximo shabat a comemoração da festa de Chanuca a qual terá um lanche para a confraternização de nosso povo, a festa será junto ao Cabalat Shabat.

Para aqueles que não sabem o que é chanuca entra no blog de nosso rosh Moshe, lá ele dá uma uma breve explicação do que vem a ser chanuca, e também dá alguns conselhos pessoais para que esta festa seja maravilhosa! acesse mosheby.blogspot.com

chag sameach Chanuca!

shalom

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Lula diz que escândalo de corrupção do DF é "deplorável"


SÃO PAULO (Reuters) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou nesta quarta-feira como deplorável o escândalo de corrupção envolvendo o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM).

"Eu acho que é deplorável para a classe política, porque nós já mandamos duas propostas de reforma política para o Congresso e as pessoas não votam", disse Lula em Kiev, na Ucrânia, após encontro com o presidente do país, Viktor Yushchenko.

No dia anterior, Lula havia afirmado que as imagens mostrando Arruda, assessores e deputados distritais embolsando dinheiro e veiculadas na TV "não falam por si" e que o caso ainda precisava ser investigado.

"Vi algumas imagens. Acho que é grave, mas tudo isso agora vai ter um processo", disse o presidente nesta quarta-feira.

Ele explicou que, ao afirmar que "as imagens não falam por si", buscou evitar a condenação precipitada dos acusados.

"Vamos ser francos numa coisa. Eu, na verdade, nem fui condescendente e nem incriminei. Eu apenas disse que tem um fato que está em apuração, é importante que termine a apuração", disse.

Segundo a PF, o governador José Roberto Arruda (DEM) teria recebido dinheiro não declarado de empresas privadas para sua campanha, em 2006, o que também está sendo investigado pelo Ministério Público.

O presidente Lula voltou a defender a reforma política como forma de coibir práticas deste tipo por parte de políticos e disse que o governo mandou duas propostas sobre o tema ao Congresso. Afirmou também que a demora pode ser atribuída ao fato de a reforma afetar os próprios parlamentares.

O presidente fez as declarações antes de embarcar para a Alemanha. Antes de chegar à Ucrânia, ele foi a Portugal, onde participou da Cúpula Ibero-Americana.

EUA dão apoio inédito a experiências com células-tronco embrionárias


Washington, 2 dez (EFE).- O Governo americano aprovou hoje pela primeira vez o uso de fundos federais para experiências com células-tronco de embrião humano, em um mudança de postura frente à política do Executivo anterior neste controvertido assunto.


A rede de Institutos Nacionais de Saúde (NIH, na sigla em inglês) autorizou hoje o uso de 11 linhagens de células-tronco produzidas por cientistas do Hospital Infantil de Boston e outras duas criadas por pesquisadores da Universidade Rockefeller, em Nova York.


Todas as células foram obtidas de embriões abandonados por casais em clínicas de tratamento para infertilidade.


Há aproximadamente nos EUA meio milhão de embriões congelados oriundos das clínicas de fertilização artificial. Em sua grande maioria, usados ou não para a pesquisa, serão destruídos.


"Esta é uma mudança real. Este é o início do que será uma lista muito mais longa que permitirá à comunidade científica explorar o potencial da pesquisa sobre células-tronco embrionárias", declarou o diretor do NIH, Francis Collins.


Em 9 de março, o presidente americano, Barack Obama, cancelou uma restrição imposta em 9 de agosto de 2001 por seu antecessor, George W. Bush, que limitava o financiamento federal para a pesquisa de células-tronco às 21 linhagens obtidas até aquela data.


As células-tronco têm a capacidade de se desenvolver em diferentes tipos de tecidos, e os cientistas creem que seu estudo e uso permitirão o tratamento de doenças como o mal de Alzheimer.


As restrições impostas pelo Governo Bush responderam aos argumentos de grupos religiosos e conservadores que são contrários ao uso de embriões para a "colheita" de células-tronco.


À época da imposição das restrições, os cientistas favoráveis às pesquisas diziam que as células obtidas de embriões são as mais aptas para se desenvolver em diferentes tipos de tecidos.


A restrição vigente durante o Governo Bush foi mais um incômodo do que um obstáculo para a pesquisa com células-tronco nos EUA, já que ela continuou no setor privado, embora sem o apoio de fundos federais.


Um dos efeitos práticos da restrição foi o de levar instituições que recebiam financiamento federal a separar seus laboratórios, pessoal e protocolos, a fim de que as áreas dedicadas a pesquisas com células-tronco não trabalhassem com recursos do Governo.


No entanto, alguns estados americanos aprovaram leis que permitem o financiamento estatal de outras linhas de pesquisa com células-tronco. EFE

* Enviar para amigos * Comentar Notícias » Brasil » Brasil Casos de dengue aumentam 300% e MT é colocado em alerta


A Secretaria de Saúde de Mato Grosso decretou estado de alerta por conta dos casos de dengue em 141 municípios. De acordo com dados divulgados nesta quarta-feira, até agora, 47 pessoas morreram vítimas da doença no Estado.

O Mato Grosso apresentou um crescimento de 303.51% de notificações de dengue, se comparado com os períodos de janeiro a 2 de dezembro de 2008 ao de janeiro a 2 de dezembro de 2009. Até esta quarta-feira, foram notificados 44.075 casos de dengue, sendo que 1.314 foram registrados como casos graves da doença.

Na capital Cuiabá, foram registrados 12 casos por óbitos por dengue, dos quais 10 casos foram confirmados e dois estão sob investigação.

Em Várzea Grande, a notificação é de 4.133 casos de dengue. Desse número, 451 foram notificados como graves. Foram registrados no município nove óbitos, sendo que oito foram confirmados e um está sob investigação.

Internet ultrapassa a TV na preferência entre as mídias


A internet reformulou a comunicação e a troca de conteúdo e informação no mundo. Esse canal, que permite uma verdadeira interação sem fronteiras, caiu no gosto popular e se tornou um veículo indispensável para a maioria da população. Essa é a conclusão de uma recente pesquisa realizada em 11 países, incluindo o Brasil, que aponta que a internet tornou-se a mídia preferida para 70% dos entrevistados, superando por ligeira margem a televisão, considerada indispensável por 69% das pessoas.

A pesquisa foi realizada pela empresa mundial de marketing Synovate, com o intuito de verificar o comportamento da população sobre os meios de comunicação e publicidade. Ao todo, foram entrevistados 8,6 mil pessoas da Austrália, Brasil, Canadá, China, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Hong Kong, Índia, Reino Unido e Taiwan.

O estudo apontou, também, que 87% dos participantes tentam de forma ativa evitar publicidade no rádio e TV, desligando os aparelhos ou mudando de canal, enquanto 66% evitam sites que apresentam "publicidade intrusiva".

Mas, a pesquisa destaca que embora a maioria das pessoas acredite que há publicidade demais na televisão, na internet e em outras mídias, mais de 40% dos entrevistados estariam dispostos a aceitar mais anúncios em troca de descontos e promoções. A ideia se mostrou especialmente popular na Espanha, Austrália, Estados Unidos, Reino Unido e China.

De acordo com Steve Garton, diretor executivo de mídia da Synovate, em comunicado da empresa, “o modelo é uma ideia interessante para o setor. Se pudesse ser vinculado a publicidade mais dirigida, talvez resultasse em maiores receitas em uma audiência cada vez mais fragmentada", acrescentou Garton.

O estudo apontou também que através do telefone (fixo ou celular), apenas 31% dos entrevistados estariam dispostos a aceitar mais anúncios em troca de uma conta mais barata. Os espanhóis foram os mais favoráveis à proposta (58%), seguidos por chineses e brasileiros (ambos 42%).

Irã rejeita como ilegal resolução de agência nuclear da ONU


TEERÃ (Reuters) - O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, rejeitou nesta quarta-feira uma resolução "ilegal" da agência nuclear das Nações Unidas contra as atividades nucleares iranianas, informou a televisão estatal do país islâmico.

Ahmadinejad também disse que Israel não poderá fazer "droga nenhuma" para impedir a república islâmica de levar adiante seu programa nuclear, que o Ocidente desconfia ser uma fachada para a produção de bombas. O Irã nega a acusação.

"Sob a pressão de alguns poucos países superficialmente poderosos... a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) aprovou uma resolução ilegal contra a nação iraniana", disse Ahmadinejad da cidade de Isfahan, na região central do país, em discurso transmitido pela televisão iraniana.

Na sexta-feira passada a AIEA aprovou uma resolução censurando o Irã por ter construído sigilosamente uma segunda usina de enriquecimento de urânio nas proximidades da cidade de Qom, além da usina monitorada pela AIEA em Natanz, e exigiu que a construção fosse suspensa.

Teerã rejeitou a exigência e disse no domingo que vai construir outras dez usinas de enriquecimento de urânio. A resolução da AIEA foi aprovada por todos os países-membros do Conselho de Segurança da ONU, inclusive Rússia e China, parceiros comerciais do Irã.

Israel, que o Irã se nega a reconhecer como Estado, já declarou que um Irã dotado de armas nucleares seria uma ameaça a sua existência. Isso levanta receios de que o governo israelense possa lançar um ataque militar contra usinas nucleares iranianas.

O presidente norte-americano, Barack Obama, disse preferir que a disputa nuclear com o Irã seja resolvida pela diplomacia, mas não excluiu a possibilidade de outras opções.

Ahmadinejad disse que Israel não poderá prejudicar o Irã e excluiu a possibilidade de mais negociações em torno do seu programa nuclear.

"O regime sionista (Israel) e seus defensores (ocidentais) não poderão fazer droga nenhuma para sustar os trabalhos nucleares do Irã", disse Ahmadinejad a uma multidão, entre gritos de "Morte a Israel" e "Morte à América".

Jornal israelense diz que UE quer Jerusalém Oriental como capital palestina


O jornal israelense Haaretz afirmou nesta terça-feira que conseguiu um rascunho de um documento da União Europeia que sugere que os ministros do Exterior do bloco devem pedir na próxima semana que Jerusalém Oriental seja reconhecida como a capital do futuro Estado palestino.

De acordo com o jornal, o texto teria sido elaborado pela Suécia, que ocupa a Presidência rotativa do bloco.

O Haaretz também afirma que o documento expressa a preocupação do bloco com o impasse no processo de paz no Oriente Médio. De acordo com o jornal, Israel está iniciando uma campanha diplomática para impedir que os europeus façam o pedido oficialmente.

Dominic Hughes, correspondente da BBC em Bruxelas, afirmou, no entanto, que esta proposta foi colocada para discussão pelos ministros da União Europeia, mas ainda há um longo caminho antes que ela seja transformada em política oficial do bloco.

Ponto principal

A divisão de Jerusalém, onde vivem 450 mil judeus e 230 mil palestinos, é um dos pontos cruciais do conflito entre Israel e palestinos.

Israel afirma que Jerusalém é sua capital "eterna e indivisível". Os palestinos, por outro lado, afirmam que a região oriental da cidade - onde vive a maioria árabe - deve ser a capital de seu futuro Estado independente.

Os analistas afirmam que, se de fato a proposta for confirmada, a declaração seria o primeiro apoio tácito da União Europeia à solução que prevê a divisão de Jerusalém em duas capitais.

Na semana passada, o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, solicitou a seu gabinete de segurança a aprovação de uma resolução que determina o congelamento por dez meses de novas construções em assentamentos judaicos na Cisjordânia. A decisão, no entanto, exclui Jerusalém Oriental.

De acordo com a correspondente da BBC em Jerusalém Katya Adler, muitos interpretaram esta proposta de Netanyahu como uma medida que visa apenas tentar "acalmar" os Estados Unidos. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Britânico volta a enxergar com 'olho biônico'


Um homem britânico que havia perdido a visão na juventude se tornou uma das primeiras pessoas do mundo a voltar a enxergar com o uso de um "olho biônico" desenvolvido nos Estados Unidos.

Peter Lane, de 51 anos, da cidade de Manchester, é uma das 32 pessoas que estão sendo submetidas uma experiência internacional com o equipamento.

Ele recebeu um implante de um receptor eletrônico, instalado dentro do globo ocular e ligado ao nervo óptico e a óculos especiais.

Uma câmera colocada nesses óculos capta a imagem e a envia a um processador portátil, que transforma a imagem em sinais eletrônicos enviados ao receptor. Este, por sua vez, envia impulsos até a retina e o nervo óptico, fazendo a pessoa finalmente enxergar.

Mario no wii é clássico versão requentada!


Mexer com Super Mario é como refilmar um clássico do cinema. É inegável que um remake pode atrair novos fãs, mas também há o risco de ofender a legião de fãs antigos.Wii New Super Mario Bros. ficou exatamente no meio termo. É fantástico revisitar as fases com até 3 amigos. Mas, depois de um tempo percorrendo caminhos requentados, tudo soa meio falso, meio caça-níqueis. Não é um jogo ruim. Mas, por ser um Mario, precisava ser melhor. E por R$ 250, é melhor esperar Super Mario Galaxy 2.

Premiê israelense questiona compromisso de Abbas com a paz


JERUSALÉM (Reuters) - O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, questionou neste domingo o comprometimento do líder palestino, Mahmoud Abbas, com a paz na região, e disse que é hora de negociar agora que Israel impôs um congelamento parcial nas construções nos assentamentos judaicos.

"Não está claro para mim se a Autoridade Palestina e seus líderes estão prontos para iniciar negociações", disse Netanyahu a repórteres na cidade de Eilat, no sul de Israel.

O gabinete de segurança de Netanyahu anunciou uma moratória de dez meses em parte das construções em assentamentos na Cisjordânia. O anúncio foi bem-recebido pelos Estados Unidos, mas ficou aquém das exigências dos palestinos.

Durante uma viagem pela América Latina, na semana passada, Abbas reiterou em uma entrevista ao diário argentino Clarín a exigência de interrupção total da construção nos assentamentos como condição para a retomada das negociações, e disse não acreditar que Netanyahu esteja buscando a paz.

Pelo plano de Netanyahu, não será emitida nenhuma nova permissão de construção de residências e nenhuma edificação residencial poderá ser iniciada no prazo de dez meses na "Judeia e Samaria", os nomes bíblicos usados em Israel em referência à Cisjordânia. A medida exclui os assentamentos que foram construídos em terras ocupadas ao redor de Jerusalém, anexadas por Israel. No entanto, cerca de 3 mil casas já aprovadas ou em construção serão concluídas nesse período.

Os EUA vêm pressionando Israel para que limite as atividades nos assentamentos erguidos na Cisjordânia, território ocupado por Israel, mas afirmam que não há precondições para as negociações, suspensas desde dezembro de 2008.

Cerca de 500 mil israelenses vivem na Cisjordânia e em áreas anexadas no entorno de Jerusalém, em meio a 2,7 milhões de palestinos.

Israel propõe libertar 980 palestinos em troca de militar sequestrado


JERUSALÉM - A rádio pública israelense anunciou no domingo que o governo está disposto a libertar 980 prisioneiros palestinos em troca do cabo Gilad Shalit, capturado há mais de três anos na Faixa de Gaza. Como mostra reportagem publicada nesta segunda-feira pelo GLOBO, o número de detidos que podem ganhar a liberdade foi mencionado pela primeira vez pelo procurador de Estado, em uma audiência da Suprema Corte de Israel.

Com esse gesto, o país espera fechar acordo com o movimento islamista Hamas, responsável pelo sequestro de Shalit. Dos presos que seriam libertados, Israel faria a seleção de 530, enquanto o Hamas escolheria 450.

Além de tentar avançar com as negociações com o movimento islamista, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu aproveitou o fim de semana para alfinetar o presidente palestino, Mahmoud Abbas.

- Para mim, não está claro se os líderes da Autoridade Nacional Palestina estão prontos para entrar nas negociações - disse o premier em visita a Eilat, no sul de Israel.

Netanyahu está insatisfeito com a falta de reação à moratória parcial de dez meses, imposta por seu governo, a novas construções em assentamentos na Cisjordânia. A medida foi elogiada pelos EUA, mas vista com ressalvas pelos palestinos, por não atender totalmente às suas exigências. A moratória exclui áreas anexadas por Israel ao redor de Jerusalém. Além disso, 3 mil casas cuja aprovação já foi concedida poderão continuar com suas obras.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

reflexão

Qual seria a sua idade se você não soubesse quantos anos você tem?
reflita...

o Eterno quer que sejamos como crianças, para que possamos herdar as suas promessas.


shalom

O que é o plano nacional de banda larga?


SÃO PAULO - O Ministério das Comunicações entregou ao presidente Lula um estudo de 197 páginas que prevê a criação de um plano nacional de banda larga.

A ideia é reunir R$ 75 bilhões em investimentos públicos e privados nas redes de telefonia até 2014 e levar banda larga de pelo menos 1 Mbps a todos os municípios brasileiros por preços acessíveis pelas populações de baixa renda.


O centro do plano é usar redes de fibra óptica que já existem pelo país, mas estão ociosas e criar conexões com redes móveis para atender zonas rurais e municípios afastados dos grandes centros.

O principal debate, no momento, é qual o melhor modelo para gerir os investimentos nesta rede.


Estão na disputa pelo menos três ideias, uma que prevê a criação de uma grande estatal, sob o nome da Telebrás, para fornecer banda larga, outra que prevê a entrega das redes públicas à iniciativa privada e um terceiro modelo, que prevê conjugar empresas públicas e privadas para administrar a nova rede. Veja abaixo os principais pontos do plano.

Qual o objetivo do plano nacional de banda larga?

Organizar investimentos públicos e privados para aumentar a concorrência no setor de banda larga nas grandes cidades e levar internet até os municípios que não contam com serviço de qualidade.

O programa prevê duas fazes. Na primeira, com conclusão em 2012, todas as regiões do país seriam atendidas, exceto a Norte. Na segunda, com conclusão em 2014, o plano atenderia às regiões afastadas do Norte do Brasil, como os municípios da Amazônia.

Lula diz que apoia programa nuclear do Irã desde que seja com fins pacíficos


Brasília - Depois de uma longa reunião com o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu hoje (23) o direito de o governo do Irã desenvolver seu programa nuclear. No entanto, Lula ressaltou que a posição brasileira é defender um programa que obedeça o objetivo de fins pacíficos e respeite os acordos internacionais, a exemplo do que faz o governo do Brasil.

“Esse é o caminho que o Brasil vem trilhando em obediência à nossa Constituição que proíbe a produção e utilização de armas nucleares. Não proliferação e desarmamento mundial devem andar juntos”, disse Lula ao lado presidente do Irã. Ambos deram declarações conjuntas e responderam a duas perguntas de jornalistas brasileiros e estrangeiros.

Há polêmicas envolvendo o programa de energia nuclear do Irã que é suspeito de ocultar a produção de armas nuclear capazes de efeitos em massa. Os organismos internacionacionais responsáveis pelas fiscalizações enviam frequentemente inspetores para que analisem documentos e as usinas iranianas.

Lula afirmou que o Brasil sonha com um Oriente Médio livre de armas nucleares e encorajou o presidente iraniano a continuar o engajamento com países interessados de modo a encontrar uma solução justa e equilibrada para a questão nuclear iraniana.

“Reconhecemos o direito do Irã de desenvolver programa nuclear para fins pacíficos com todo o respeito aos acordos internacionais”, reiterou o presidente Lula. “O Brasil sonha com o Oriente Médio livre de armas nucleares, como ocorre em nossa querida América Latina.”

Segundo Lula, se o governo iraniano seguir as normas internacionais e tiver posição semelhante à brasileira contará com seu apoio. “Encorajo assim vossa excelência a continuar o engajamento com países interessados de modo a encontrar uma solução justa e equilibrada para a questão nuclear iraniana”, afirmou o presidente brasileiro.

Preocupado em evitar atrasos, Lula foi vencido pelo tempo e a ampliação da reunião bilateral com Ahmadinejad. A agenda política programada pelos assessores dos dois presidentes sofreu mais de duas horas de atraso.

Como habitualmente ocorre, Ahmadinejad respondeu longamente às questões e fez um discurso de 17 minutos. A declaração conjunta e a rápida entrevista de Lula e do iraniano ocorreram antes de ambos almoçarem o que provocou brincadeira do presidente brasileiro, que deu a entender que estava com fome.

Israel e EUA 'não têm coragem' de atacar o Irã, diz Ahmadinejad


BRASÍLIA - O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou na noite de segunda-feira, 23, que EUA e Israel não "têm coragem" de atacar o Irã. A declaração foi feita durante a entrevista coletiva que encerrou a passagem do líder pelo Brasil. "Nós achamos que a era dos ataques militares já chegou ao seu fim. Hoje já é tempo de diálogo. Armas e ameaças pertencem ao passado, até para as pessoas atrasadas mentalmente, aquelas a que você se referiu (EUA e Israel)", afirmou.


Ahmadinejad ainda eximiu-se de responsabilidade pela prisão de três americanos que ultrapassaram a fronteira do Iraque com o Irã e seguem presos por ordem de Teerã. Segundo ele, a decisão de libertá-los ou não cabe ao Judiciário. "Cada país tem seus regulamentos", declarou. Os americanos estão presos sob suspeita de espionagem.

Ahmadinejad negou que sua declaração, proferida mais cedo, no Itamaraty, de que o Irã está pronto para ampliar a produção de urânio enriquecido seja uma ameaça aos governos do Ocidente que condenam o projeto atômico do Irã. "Não tem nenhuma ameaça, foi só uma notícia", afirmou. Ele defendeu que países como Irã e Brasil tenham liberdade para desenvolver projetos nucleares para fins pacíficos e, sem avançar sobre o tema, admitiu a possibilidade de um acordo com o Brasil nesse setor.

Dias depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter recebido o presidente de Israel, Shimon Peres, e o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, e de ambos terem responsabilizado o grupo radical palestino Hamas pela escalada de violência na região, Ahmadinejad defendeu a unidade na Palestina.

"Temos relações com o governo do presidente Abbas e também com o Hamas, que têm embaixadores no Irã, e estamos interessados em que a Palestina seja unida e resolva suas questões através do consenso", disse.

O presidente iraniano disse ainda ser a favor de um referendo para que "cristãos, judeus e muçulmanos decidam sobre seu destino", acrescentando que bombardeios ou mesmo consensos políticos não são capazes de resolver o problema.

De raspão, Ahmadinejad voltou a tocar num tema que custou caro a sua imagem nos últimos tempos. Disse que "os palestinos não foram responsáveis pelo que se define como Holocausto e que, por isso, não podem pagar sozinhos por um crime que foi cometido na Europa". Ele disse que, a partir de agora, o assunto da Palestina passa a fazer parte da agenda bilateral do Irã com o Brasil.

EUA elogiam proposta de Netanyahu de suspender assentamentos


A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, e o enviado especial dos EUA para o Oriente Médio, George Mitchell, elogiaram nesta quarta-feira a proposta feita pelo premiê israelense, Benjamin Netanyahu, de congelar por dez meses a construção de novas construções em assentamentos judaicos na Cisjordânia.

“Acreditamos que através de negociações de boa fé as duas partes podem chegar a um acordo para pôr fim ao conflito e conciliar o objetivo palestino de ser um Estado independente, baseado nas fronteiras de 1967, e objetivo israelense de um Estado judeu com fronteiras seguras e reconhecidas”, disse Hillary em comunicado.

Mitchell, por sua vez, afirmou que a proposta feita pelo premiê não representa um congelamento da construção de assentamentos, mas que se trata de um passo “significativo” que pode ter “um impacto substancial na região”.

Nesta quarta-feira, Netanyahu anunciou que solicitou ao seu gabinete de segurança a aprovação de uma resolução que determina o congelamento por dez meses de novas construções em assentamentos judaicos na Cisjordânia. A proposta, no entanto, exclui Jerusalém Oriental.

“Como parte de nossos esforços para dar ímpeto às negociações de paz com a Autoridade Palestina e promover os interesses de Israel, o primeiro-ministro solicitará que o gabinete de segurança aprove uma suspensão de dez meses em autorizações e inícios de novas construções residenciais na Judeia e Samaria (Cisjordânia)”, diz o comunicado.

Ainda de acordo com o gabinete do premiê, a medida visa mostrar à comunidade internacional que “o governo de Israel quer iniciar negociações de paz com os palestinos, que irá tomar ações práticas nesta direção e que tem sérias intenções de promover a paz”.

Jerusalém Oriental

Apesar da sinalização por parte do governo israelense, a exclusão da região de Jerusalém Oriental da medida não agradou as autoridades palestinas, que se recusam a retomar as negociações de paz enquanto Israel não interromper as construções na parte leste da cidade e na Cisjordânia.

O primeiro-ministro palestino, Salam Fayyad, afirmou que “a exclusão de Jerusalém é um problema muito sério”.

Além disso, o comunicado do gabinete de Netanyahu cita apenas a interrupção na construção de novos prédios residenciais, e não na construção de instalações municipais ou infraestrutura.

O governo de Netanyahu já havia excluído anteriormente a possibilidade de interromper os projetos que já estão em andamento.

“Cínica”

Segundo Katya Adler, correspondente da BBC em Jerusalém, muitos estão enxergando a medida de Netanyahu como “cínica”, com apenas o objetivo de acalmar os Estados Unidos.

A questão dos assentamentos judaicos é o maior empecilho nas tentativas do governo do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de retomar as negociações de paz na região.

A comunidade internacional considera a região da Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental, como uma área ocupada, o que tornaria ilegal a construção de assentamentos.

Israel, no entanto, questiona esta posição.

O governo de Barack Obama começou sua política para a região pressionando Israel para que congelasse totalmente os assentamentos, mas abrandou suas exigências depois das recusas do governo de Netanyahu.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Beit Pg shabat

Shalom!
A mensagem a nós trazida foi pelo Zaquen Ailton,no qual foi uma grande mensagem para as nossas vidas.
shavuah tov!

beit pg 31/10/2009

Neste shabat tivemos muitas danças,e muita alegria,já que shabat é "sinônimo" de alegria.
Pela manhã no shararit shabat contamos a explicação da parasha feita pelo zaquen Ailton, e a explicação da lição pelo zaquen ananias.
Já no serviço de adoração estavá muito calor mas mesmo assim o povo do Eterno não teve como desculpa para não dançar, e assim dançaram com muita alegria.

Shavuah Tov

domingo, 4 de outubro de 2009

Sucot 5770

Gostaria de tomar notas desta festa maravilhosa que foi Sucot ,o serviço de adoração e shacharit shabat foram comemorados em Prudentopólis cidade do interior do Paraná.
Fomos muito bem recebidos na beit de Prudentopolis, todos almoçaram juntos, o rosh Moshe Ben Yishai durante a sua explicação da parasha na qual ele tambem explicou o por que de sucot e seus significados ,dentre eles ele falou que quando nós entrasse-mos na cabana era para nós pedirmos chuva para Israel, e tentem adivinhar o que aconteceu na hora do almoço?? Choveu dentro de nossa cabana "rs" ai nós pudemos entender realmente o significado da festa, que sem Deus não somos nada, sem a sua proteção estamos sujeitos a sofrer muito nesta vida...


shalom

e boa Festa de sucot!

Sucot !!!!


Neste Shabat comemoramos junto aos achin de Prudentopolis a festa de Sucot ,fretamos um ônibus, e foram mais 5 carros dentre eles a delegação de Telemaco Borba.
Foi uma festa muito animada na qual nos retribuimos a presença que os achin de prundentopolis nos deram na festa de Rosh Hashana.

shavuah tov
E feliz festa de Sucot!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Beit Ponta Grossa Rosh Hashanah !





Shalom a todos!

Bem Aqui em Ponta Grossa a nossa Festa de Rosh Hashanah foi maravilhosa graças ao Eterno.
Tivemos aqui em Ponta Grossa representantes de outras cidades aqui dos campo Gerais, também contamos com a visita de alguns chaverim de Curitiba (Pr) dentre eles o nosso querido Rosh Moshe ben Yishai e sua familia!
A nossa programação inclui gincanas, tivemos um almoço maravilhoso em que todos os chaverim que vieram a festa participaram.
Contamos com a presença de aproximadamente 120 pessoas, graças ao Eterno essa festa foi muito boa mesmo!


e eu gostaria de desejar a todos que visitam o blog, um ANO DOCE E COM MUITAS ALEGRIAS!

SHANAH TOVAH!

beit Ponta grossa Rosh Hashana

Nesta festa de Rosh Hashana tivemos muitas danças!

Uma delas foi apresentada sob a iluminação de luz negra , na qual criou este efeito de iluminação tão bacana!

Parabens!


Shanah Tovah!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

HD da Seagate é o primeiro com eSATA 3.0


O novo HD da Seagate, o Barracuda XT, tem 2 terabytes. Mas esse valor é o coadjuvante da novidade, já que ele é o primeiro disco rígido a utilizar o formato eSATA 3.0.

Isso quer dizer que o HD pode chegar atingir 6 Gbps de taxa de transferência. Porém, sua construção mecânica não deve deixá-lo chegar nisso. Mas o que importa é que o Barracuda XT é compatível com o eSATA 3 Gbps e 1,5 Gbps.

E além de seus dois terabytes, ele ainda tem 64 MB de memória em cache, um número de muito respeito. E já está à venda nos EUA por 300 dólares. Encara?

Obama reúne líderes palestino e israelense pela 1ª vez




NOVA YORK - A Casa Branca não espera grandes resultados do encontro desta terça-feira, 22, envolvendo o presidente Barack Obama com os líderes israelense e palestino em Nova York, um dia antes do início da Assembleia Geral das Nações Unidas. Será a primeira vez que o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, se reunirá com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas.

Perguntado por um jornalista sobre o que esperava da reunião, o porta-voz da Casa Branca Robert Gibbs respondeu que o governo americano "continua buscando o avanço [nas negociações]. Acho que parte deste avanço é reunir os três lados, incluindo os EUA. E nós não temos grandes expectativas de um encontro a não ser continuar a trabalhar duro, por meio da diplomacia no dia a dia, que precisa ser feita para alcançarmos a paz, de acordo com o que presidente vem falando desde o primeiro dia de mandato".

Em Israel, um porta-voz de Netanyahu insistiu que o premiê não pretende concordar em congelar a expansão dos assentamentos, conforme exige Obama. Autoridades israelenses disseram ainda que o encontro não significa o início de negociações com a Autoridade Palestina. Membros do governo palestino fizeram declarações no mesmo sentido. Separadamente, o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, se reuniria com o secretário americano, Robert Gates.

Obama iniciou sua administração afirmando que não deixaria as negociações de paz no Oriente Médio para o fim de seu governo, diferentemente de seu antecessor, George W. Bush. No primeiro semestre deste ano, Obama convidou os líderes da Jordânia, da Arábia Saudita, de Israel e da Autoridade Palestina para conversas separadas em Washington. Posteriormente, em junho, viajou para o Cairo, onde fez o seu discurso para o mundo islâmico. Além disso, nomeou George Mitchell como enviado especial ao Oriente Médio, onde ele manteve seguidos encontros com líderes locais. Para completar, Obama realizou gestos de aproximação com a Síria.

A estratégia do presidente americano visa um acordo regional de paz de todos os países árabes com Israel. Nesta etapa, já se esperava que Obama pudesse fazer um discurso delineando as suas diretrizes para a paz na região. Por enquanto, o presidente insiste para que os israelenses suspendam a expansão dos assentamentos judaicos na Cisjordânia. Os palestinos, segundo Obama, precisam combater ações que preguem o ódio contra os israelenses. Os países árabes devem realizar atos positivos de aproximação, como permitir o sobrevoo de aviões israelenses sobre os seus territórios.

Netanyahu, em discurso realizado em junho, afirmou que aceita a criação de um Estado palestino desmilitarizado e sem Jerusalém Oriental como capital. Também pede que os EUA prestem mais atenção à ameaça iraniana, já que o regime de Teerã apoia grupos considerados inimigos de Israel, como o Hamas e o Hezbollah. A Arábia Saudita, capitaneando outros países árabes, afirma que estabeleceria relações com Israel se os israelenses desocupassem os territórios conquistados na Guerra dos Seis Dias (1967), o que inclui a Cisjordânia, Faixa de Gaza, Colinas do Golã e as Fazendas de Shebaa. Seria necessária ainda uma solução justa para os refugiados - os árabes não falam em retorno de todos.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Netanyahu: mundo deveria apoiar autodefesa israelense


JERUSALÉM - O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu rejeitou hoje o relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) segundo o qual Israel cometeu crimes de guerra no conflito de três semanas iniciada em dezembro de 2008 em Gaza. Netanyahu advertiu os líderes mundiais de que eles e suas forças antiterror podem ser alvos de acusações semelhantes.

O primeiro-ministro disse que as forças de Israel estavam exercendo seu direito de autodefesa, depois dos ataques de foguetes realizados por militantes palestinos do Hamas contra cidades do sul israelense.

"Eles dizem para nós sairmos e depois de termos feito isso somos chamados de criminosos de guerra ao exercer nosso direito de autodefesa? Eu não aceito isso", disse Netanyahu à televisão israelense, em discurso pelo ano-novo judaico, que começa amanhã.

O relatório da comissão da ONU, liderada pelo juiz sul-africano Richard Goldstone, culpou Israel pela morte de civis em Gaza, dizendo que o país usou força desproporcional na ofensiva. Cerca de 1.400 palestinos morreram durante o conflito de três semanas.

Israel afirma que os dirigentes islâmicos do Hamas são culpados, dizendo que eles colocaram lançadores de foguete e seus soldados em locais densamente povoados.
O relatório da ONU também chama de crime de guerra os disparos de foguetes do Hamas contra civis israelenses durante os confrontos.
Netanyahu pediu aos líderes mundiais que apoiem o direito de autodefesa de Israel e rejeitou as descobertas do relatório, incluindo a conclusão de que acusações formais podem ser feitas contra soldados, oficiais e líderes israelenses.
"Eu digo aos líderes mundiais que também sofrem com o terrorismo: não é apenas um problema nosso", disse Netanyahu.
Netanyahu disse que aceitaria um Estado palestino na Cisjordânia e em Gaza se ele fosse desmilitarizado, como uma forma de "evitar o próximo relatório de Goldstone" sobre uma operação israelense contra militantes palestinos.
Em Washington, o porta-voz do Departamento de Estado, P.J. Crowley, disse esperar que o relatório de Goldstone não se torne um obstáculo para as conversações de paz.

Ahmadinejad eleva o tom contra Israel


TEERÃ (Reuters) - O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, elevou novamente o tom da sua retórica contra Israel, ao dizer que o Holocausto é uma mentira, a poucas semanas da retomada do diálogo do seu país com as potências mundiais.

"O pretexto para a criação do regime sionista é falso. Trata-se de uma mentira baseada em uma alegação improvável e mítica", disse ele em sermão na Universidade de Teerã, encerrando a celebração anual do "Dia de Qods (Jerusalém)", uma data marcada pelos ataques verbais a Israel.

"Confrontar o regime sionista é um dever nacional e religioso", acrescentou.

Declarações de Ahmadinejad negando o Holocausto já provocaram indignação internacional anteriormente, levando a um maior isolamento do Irã, que já sofre sanções por causa do seu programa nuclear.

Ahmadinejad alertou os governos árabes a não se aproximarem de Israel. "Este regime (israelense) não vai durar muito. Não amarrem seu destino a ele (...). Esse regime não tem futuro. Sua vida chegou ao fim", disse ele no discurso transmitido ao vivo pela rádio estatal.

O Irã retoma no dia 1o as negociações com seis potências globais sobre seu programa atômico, mas na quinta-feira Ahmadinejad reiterou que o país "nunca" abandonará suas atividades atômicas para agradar aos críticos ocidentais, que acusam Teerã de desenvolver armas nucleares.

O governo iraniano nega, alegando ter interesse apenas na produção de energia para fins civis.

Em entrevista à TV NBC, Ahmadinejad evitou responder diretamente se haveria alguma condição sob a qual o Irã desenvolveria armas atômicas.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Cinema israelense atinge seu auge com premiação em Veneza Ampliar Foto Foto: Divulgação Foto: Divulgação Cena do filme 'Lebanon', premiado com o Leão

Cena do filme 'Lebanon', premiado com o Leão de Ouro em Veneza. (Foto: Divulgação)

O desconhecido diretor Samuel Maoz, com o seu claustrofóbico filme "Lebanon", do modesto cinema israelense, conquistou o júri e a comenda máxima em um dos mais importantes festivais do circuito internacional de cinema.

A vitória no Festival Internacional de Cinema de Veneza é o maior êxito cinematográfico de Israel até agora.

Desde que a produção abocanhou o Leão de Ouro na mostra italiana no último sábado (12), os meios de comunicação israelenses não pararam de ressaltar o feito, mesmo que alguns nem sequer citem o nome do surpreendente "Lebanon".

Esta foi a estreia de Maoz na direção de um longa-metragem. Até agora, o cineasta havia direcionado sua carreira para a área da cenografia e de produções comerciais. Segundo o especialista em cinema israelense Chiquita Levov, o filme narra as experiências quase autobiográficas do diretor como soldado na guerra do Líbano de 1982.

"Trata-se de um filme antibelicista porque, além da política, a mensagem que transmite é de sofrimento, transfere ao espectador uma sensação que vai da angústia ao repúdio", explica a também crítica de cinema.

Ao receber o prêmio, Maoz disse: "quero dedicá-lo às milhares de pessoas no mundo que voltam da guerra, como eu, aparentemente bem. Se casam e têm filhos, mas em seu interior suas almas permanecem vazias".

O diretor Samuel Maoz levou o Leão de Ouro em Veneza pelo filme 'Lebanon'. (Foto: AFP)

Em entrevista à rádio pública no domingo (13), ele dedicou ainda o prêmio a todos os cineastas, diretores, atores e atrizes de filmes israelenses. "Este prêmio é na realidade para todos eles", ressaltou o diretor, de 47 anos.

As únicas produções israelenses que anteriormente tinham alcançado algum reconhecimento internacional foram "Or", "Tehilim" ou "The band's visit", mas as que curiosamente mais se destacaram nos últimos anos foram Levov, uma denominação de um gênero libanês.

"Trata-se de filmes que abordam a guerra do Líbano de 1982 e que participaram de competições internacionais maiores, como 'Beaufort', 'Valsa com Bashir' e, agora, 'Lebanon'", explica.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Nokia lança primeiro celular da marca com Linux

A Nokia, maior fabricante de celulares do mundo, lançou nesta quinta-feira seu primeiro aparelho sofisticado que utiliza sistema operacional Linux.

A companhia finlandesa adota o Linux desde 2005 em dispositivos usados para acessar a Internet, conhecidos como "Internet tablets".

O novo modelo N900, com conexão de celular, tela sensível a toque e teclado deslizante, custa em torno de 500 euros (712 dólares) no varejo, sem considerar subsídios e impostos.

O sistema operacional de fonte aberta Symbian, da Nokia, controla metade do volume do mercado de smartphones, mais que os concorrentes Apple, Research in Motion e Google juntos.

A companhia informou que o Linux funcionará paralelamente ao Symbian na série de produtos sofisticados.

"Isso não está colocando o Symbian de modo algum em perigo", afirmou Anssi Vanjoki, diretor de vendas da Nokia, à Reuters.

"O código aberto Symbian será nossa principal plataforma, e estamos expandindo e crescendo tudo o que podemos, tanto em termos de funcionalidade como em distribuição ... povoando mais e mais nossa linha de produtos com o Symbian", disse ele.

O novo modelo usará o processador Cortex-A8, da ARM.

"Se você olhar as propriedades de gestão de energia que temos no ARM, ao menos hoje, estamos claramente melhor, milhas e milhas melhor, do que temos na arquitetura da Intel", afirmou Vanjoki.

O Linux é o tipo mais popular de sistema operacional de fonte de aberta disponível ao público. A plataforma compete diretamente com a Microsoft, que cobra pelo software Windows e se opõe ao compartilhamento gratuito do seu código.

Obama reúne-se com Netanyahu e Abbas em Setembro

O presidente dos EUA, Barack Obama, reunir-se-á em Setembro em Nova Iorque com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e o presidente da Autoridade Nacional Palestiniana (ANP), Mahmoud Abbas.

Segundo fontes ligadas à ANP, a reunião, que já está em preparação, acontecerá durante a reunião da Assembleia-Geral das Nações Unidas.

As fontes, próximas ao presidente palestiniano, não quiseram confirmar nem desmentir, no entanto, se Abbas aceitará conversar na mesma mesa que Netanyahu.

O presidente da ANP insiste há meses que só se reunirá com o chefe de Governo israelita caso este anuncie o fim do alargamento dos colonatos judaicos em Jerusalém Oriental e Cisjordânia.

O primeiro-ministro israelita apresentou aos EUA a proposta de interromper a construção em colónias judaicas na Cisjordânia durante nove meses, como informa hoje o diário Há´aretz.

Espera-se que Obama apresente no seu discurso perante a Assembleia-Geral uma fórmula para resolver o conflito no Médio Oriente.

Apple prepara o lançamento de seu notebook touch screen

A Apple já revolucionou o mundo da tecnologia com o iPod e o iPhone. Agora, a empresa de Steve Jobs pretende revolucionar também a informática. Segundo o jornal britânico The Independent, estão cada vez mais fortes os rumores de que Jobs se prepara para lançar o Tablet - primeiro computador touch screen do mundo.

O modelo do novo computador terá um tamanho entre o iPhone e um notebook comum. Sem a necessidade de teclado, ele servirá principalmente para acessar à internet, ler jornais e assistir a vídeos. Em sua edição de segunda-feira, o jornal americano The Wall Street Journal revelou que Jobs, que se recupera de um transplante de fígado, quer lançar pessoalmente o Tablet - como fez com o iPod e o iPhone. Ele tem se preparado para isso desde que voltou ao trabalho, em junho.

O computador já deveria ter sido lançado em 2003, mas a Apple detectou no modelo problemas como memória e bateria fracas. O avanço tecnológico que permitiu a criação do iPhone acabou se tornando o coração do novo modelo, que permitirá à Apple agitar o estagnado mercado de computadores pessoais.

"Quando eu olho para o que é vendido no mercado de netbooks eu vejo teclados estreitos, programas terríveis e hardwares que são um lixo", disse Tim Cook, chefe de operações da Apple. "Não é algo em que possamos colocar o selo da Apple".

Fazer várias tarefas é ineficaz, diz estudo


Pesquisa da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, aponta que as pessoas que executam muitas tarefas ao mesmo tempo na internet não conseguem realizar nenhuma delas com eficiência. O estudo foi publicado no início desta semana na Proceedings of the National Academy of Sciences. O objetivo do levantamento era descobrir o segredo de executar muitas tarefas ao mesmo tempo em plataformas de mídia. Os pesquisadores concluíram que a prática de multitarefas (do termo em inglês multitasking) resulta em expressiva incompetência.

Os pesquisadores observam que, quanto mais a pessoa faz o chamado multitasking, mais ela se torna ruim em executar tarefas ao mesmo tempo. O levantamento foi feito com mais de 260 estudantes universitários e mostrou que os multitaskers de mídia crônicos possuem dificuldade em se concentrar em uma única tarefa e não são capazes de rejeitar informações irrelevantes.

Os universitários foram divididos em grupos de alta concentração de tarefas e baixa concentração. Foram analisadas questão como memória, capacidade de passar de uma tarefa para a outra e capacidade de focalizar na tarefa imediata. Os pesquisadores revelam que as pessoas que mantiveram uma grande concentração de tarefas, ou multitasking, não obtiveram uma pontuação tão boa quanto as demais.

Mas ao contrário do que aponta a pesquisa, em certas profissões, realizar diversas tarefas ao mesmo tempo pode tornar o trabalho mais eficiente. É o que ocorre com a publicitária Cíntia Arcanjo, que trabalha com produção gráfica e eletrônica. Ela conta que é comum, durante seu dia-a-dia, atuar com diferentes mídias ao mesmo tempo. Enquanto faz orçamentos em um programa específico de computador, outras janelas da internet permanecem abertas, como páginas de e-mail, messenger e programas do Office – como e Excel.

Cíntia relata que, além de lidar com todos esses programas ao mesmo tempo, ela utiliza o telefone constantemente. “Ainda tem a música que fico ouvindo”, completa. Apesar da utilização de tantas mídias, a publicitária observa que seu trabalho é executado com eficiência e que o acúmulo de tarefas já faz parte de sua rotina. “Consigo conciliar todas essas tarefas e absorver sempre o que é mais importante”, diz. Apesar disso, ela salienta que, quando as tarefas estão muito acumuladas, é necessário desligar uma das mídias – normalmente alguma página da internet – para fixar a atenção em uma única atividade.

SUPERFICIALIDADE
A psicóloga Márcia Freire Ribeiro, especialista em psicologia escolar educacional, diz que a atual geração tem como característica a superficialidade. Ela observa que, por consequência do mundo moderno, tudo tem de ser feito muito rápido e de forma superficial, o que torna as pessoas mais ansiosas. Esses aspectos, segundo a psicóloga, refletem na área educacional e traz um questionamento: ao desempenhar diferentes tarefas e utilizar diferentes mídias ao mesmo tempo a pessoa adquire conhecimento?

A psicóloga observa que, para se aprender, é necessário que se tenha tempo para fortalecer o conhecimento e construir opiniões. A memória, segundo ela, depende de atenção e concentração e o aprendizado que se tem observado ao realizar diferentes tarefas ou utilizar diferentes mídias ao mesmo tempo é superficial. “Fazer muitas coisas ao mesmo tempo, tem seu lado positivo, mas, ao mesmo tempo, as pessoas têm dificuldade em concluir o que estão fazendo”, diz.

YouTube confirma plano para remunerar donos de vídeos populares


Site quer dividir receita de publicidade com ‘donos’ de conteúdo.
Anúncios só aparecerão na página do usuário se ele concordar.

O YouTube, maior site de compartilhamento de vídeos da web, afirmou nesta terça-feira (25) que irá começar a dividir sua receita de publicidade com usuários que postarem os vídeos mais populares do site – o conteúdo pode ir desde cães andando de skate a bebês dançando.

A página, que é controlada pelo gigante Google, disse que irá ampliar seu programa de sócios para que indivíduos possam ganhar dinheiro com os vídeos que forem considerados qualificados, com base no número de exibições e o quanto são compartilhados entre usuários.

Em maio, o jornal “New York Times” já havia antecipado a informação, que foi confirmada nesta semana pelo site de vídeos. Na época, a publicação afirmou que a experiência seria restrita a cerca de 30 arquivos de grande popularidade, convidados pelo próprio Google a participar.

O YouTube tem sido criticado por alguns investidores do Google, que reclamam do fato de o site não ter conseguido converter em capital seu enorme sucesso.

Até agora, os usuários que produziam vídeos com regularidade podiam receber dinheiro do YouTube se fizessem uma solicitação formal para se associarem ao programa, que, segundo o YouTube, rendeu "milhares de dólares" para alguns usuários.

Sob o novo sistema, se um vídeo se tornar muito popular, o YouTube irá mandar uma mensagem de "habilitação de divisão de receita" para o usuário por e-mail.


Os executivos do YouTube não quiseram informar o quão popular um vídeo deve ser para que seu dono receba o e-mail. O YouTube afirmou que irá vender anúncios na página do vídeo somente se o usuário concordar.

Discovery: teste com válvula de hidrogênio é alentador


Os resultados iniciais dos testes com a válvula de hidrogênio do ônibus espacial Discovery, que teria apresentado problemas na terça-feira, são alentadores, informou a Nasa nesta quarta.

"Os testes iniciais da válvula não revelaram qualquer problema", disse na noite de hoje à AFP Allard Beutel, porta-voz do Centro Espacial Kennedy. Os engenheiros testaram em cinco ocasiões os comandos de abrir e fechar a válvula, sempre com sucesso. Isto parece indicar que a válvula não está quebrada e que o problema detectado ao encher o tanque externo com hidrogênio e oxigênio líquidos foi provocado por uma falsa indicação dos medidores, como suspeitavam os engenheiros. Na terça-feira, a Nasa adiou, pela segunda vez, o lançamento do Discovery, que deveria decolar na madrugada de hoje. Na segunda, a agência espacial já havia adiado a partida do Discovery devido a más condições meteorológicas. A atual janela de lançamento do ônibus espacial se fecha no dia 31 de agosto, mas com possibilidade de lançamento nos dias 1 e 2 de setembro, o que reduziria a atual duração da missão, prevista para 13 dias. A próxima janela de lançamento se abrirá apenas no dia 13 de outubro, segundo a Nasa. Este será o quarto voo do Discovery em 2009, de cinco previstos. É ainda o voo 128 de um ônibus espacial e o 30º destinado à construção da ISS. Após esta missão, serão realizados apenas mais seis voos de ônibus espacial antes da retirada das três naves (Endeavour, Discovery e Atlantis) de operação, em setembro de 2010. O Discovery levará à ISS a astronauta americana Nicole Stott, que substituirá na Estação Espacial seu compatriota Tim Kopra, que voltará à Terra.

Grã-Bretanha e Israel alertam Irã sobre programa nuclear


Grã-Bretanha e Israel alertaram o Irã nesta terça-feira que o país enfrentará sanções internacionais mais duras se não cooperar em seu polêmico programa nuclear.

Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e Alemanha devem pedir à Rússia e China, durante reunião no dia 2 de setembro, que considerem uma quarta rodada de sanções da ONU, possivelmente contra o setor petrolífero iraniano, caso Teerã não aceite negociações sobre seu programa nuclear.

"Se não houver progresso maior imediatamente então acredito que o mundo terá que analisar o aumento de sanções ao Irã como uma questão de prioridade", afirmou o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, durante coletiva de imprensa em Londres com o seu par israelense, Benjamin Netanyahu.

Os EUA e seus aliados, incluindo a Grã-Bretanha, acusam o Irã de tentar desenvolver armas atômicas, enquanto o país diz querer somente tecnologia nuclear para a geração de eletricidade.

Perguntado sobre a perspectiva de o Irã desenvolver armas nucleares, Netanyahu disse: "O tempo está se esgotando. Já é tarde, mas não tarde demais".

"Se a resolução dos membros responsáveis da comunidade internacional for forte e firme, então por mais tarde que seja, o futuro estará garantido. E esta é a nossa preferência", acrescentou Netanyahu.

Acredita-se que Israel seja o único país do Oriente Médio a possuir arsenal atômico. O país alega que uma bomba iraniana é uma ameaça à sua existência, e que não irá tolerá-la.

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas impôs três rodadas de sanções ao Irã, em dezembro de 2006 e em março de 2007 e março de 2008, contra empresas iranianas e indivíduos ligados ao programa nuclear.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

beit pg Shabat dia 22/08/2009

Neste Shabat contamos com a presença de alguns Chaverin de Curitiba (PR) alem da família de nosso querido Rosh Moshe também tivemos a visita da familia do Chaver Gerson ben Yishai e sua familia e o Chaver joão.

No Shabat a noite tivemos a participação do Chaver gerson nos louvores no qual ele tocou o violão e também o teclado, o Chaver Eliel tocou o Contrabaixo já que o nosso baixista estava em outra cidade Ajudando no fortalecimento da fé dos Chaverin que moram em cidades menores!

shalom
shavuah tov!

Coral Femino shabat (22/08/2009)

neste shabat tivemos emfim a apresentação do coral feminino, as mulheres se reuniram e com a ajuda da Chavera Eliana (esposa do rosh Moshe ben Yishai) elas formaram um coral de mulheres e realmente o esforço delas valeu a pena !

ficou excelente o louvor a Hashem!

shalom
Shavuah tov!

Sony anuncia fabricação nacional de TV LCD e tocador de Blu-ray



Dois modelos de televisores LCD de 240 Hz e um modelo de player de Blu-ray serão produzidos na fábrica da Sony em Manaus; objetivo é diminuir preço ao consumidor

Em evento realizado nesta terça-feira (25/08) a Sony anunciou dois produtos que farão parte da linha de produção da empresa em Manaus. São dois modelos de televisor LCD Full HD da linha Bravia, com frequência de 240 Hz, e um player de Blu-ray.

A aposta da empresa é que a fabricação em território nacional possa diminuir o preço final desses produtos ao consumidor. E a ideia é instigar o mercado ainda este ano. Dados da empresa mostram que os televisores LCD já representam 47% de participação no mercado mundial. E a estimativa para este ano é de que, desse total, 40% serão de televisores Full HD (de alta definição e com conversor digital integrado).

Já os tocadores de Blu-ray estão em ritmo acelerado de crescimento, com mais de 11,5 milhões de unidades vendidas em todo mundo, sendo que o Brasil corresponde a 6,8% desse total. A estimativa do setor é que até 2013 esses players substituam as vendas dos tocadores de DVD.

Apostando no mercado nacional Full HD, a Sony traz a linha de TVs LCD Bravia XBR9 com modelos de 46 e 52 polegadas. Ambas trarão a tecnologia de 240 Hz, ou seja, que registra cenas a 240 quadros por segundo, evitando os famosos ruídos em imagens com movimento e oferecem maior nitidez.

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Além disso, os modelos contam com o recurso DLNA, para acessar fotos e músicas diretamente de um computador via rede wireless; sensor de luminosidade, para evitar reflexos; e um botão Energy Saving Switch, que desliga completamente a TV, para economizar energia inclusive durante stand by.

O modelo KDL-46XBR9 (de 46 polegadas) terá preço inicial de 7.999 reais, e o modelo KDL-52XBR9 (de 52 polegadas) sai por 10.499 reais; ambas já estão disponíveis para venda em revendedores e no canal de vendas Sony Style.

Outra novidade é a fabricação nacional do player Blu-ray BDP-S360. Ele terá tempo de carregamento de apenas 6 segundos – de acordo com o fabricante -, menu de navegação XrossMediaBar (similar ao utilizado no Playstation 3); recurso BD Live para conectar-se a internet e baixar conteúdos exclusivos e a função Precision Cinema HD Upscale, que permite a leitura de mídias de DVD comum, além de converter os sinais do mesmo para alta definição.

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O S360 gasta 37% menos energia e tem dimensões menores do que os players anteriores. A pré-venda deste aparelho terá início amanhã (26/08) no site da Sony e chegará ao restante do Brasil no começo de setembro. O preço sugerido será de 999 reais.

Israel sobe o tom contra Suécia por 'artigo antissemita'


JERUSALÉM, Israel — Israel exigiu neste domingo que a Suécia condene formalmente um artigo da imprensa do país considerado "antissemita", um caso que ameaça virar crise bilateral agravada pelo fato de Estocolmo exercer a presidência semestral da União Europeia (UE).

"Não estamos pedindo que o governo sueco se desculpe, queremos dele uma condenação" ao artigo, declarou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, durante o Conselho de Ministros, segundo uma fonte oficial.

Um artigo recente do tablóide sueco Aftonbladet, afirmando que o exército israelense teria encoberto um esquema de tráfico de órgãos extraídos de palestinos mortos, deixou as autoridades israelenses irritadas.

Neste domingo, o jornal retomou o assunto, mencionando o caso de um palestino da Cisjordânia morto em 1992 cuja família suspeita que o exército israelense tenha roubado seus órgãos. O Aftonbladet não aponta nenhuma prova, mas o chefe de redação explica ter autorizado a publicação da matéria neste caso porque "levanta uma série de questões pertinentes".

"A crise vai continuar até que o governo sueco mude sua atitude a respeito deste artigo antissemita. Quem não o condenar certamente não será bem-vindo em Israel", declarou o ministro israelense das Finanças, Yuval Steinitz.

"O governo sueco não pode mais se calar. Na Idade Média, judeus sofriam difamações, acusados de preparar o pão ázimo do Pessach com o sangue de crianças cristãs, e hoje os soldados do Tsahal (exército israelense) são acusados de matar palestinos para extrair seus órgãos", alegou.

A tensão diplomática vem em mau momento, já que o chefe da diplomacia sueca, Carl Bildt, tem uma visita oficial a Israel prevista dentro de dez dias. Além disso, a Suécia é a atual ocupante da presidência rotativa da UE.

"Não cabe cancelar ou adiar esta visita, mas é evidente que este desentendimento, se não for resolvido, fará com que uma sombra preocupante paire sobre as reuniões", estimou o porta-voz do ministério das Relações Exteriores em Jerusalém, Ygal Palmor.

Bildt, por sua vez, disse na sexta-feira que "há uma relação de Estado a Estado muito forte entre Israel e nosso governo". Por outro lado, evocou a liberdade de expressão, ao mesmo tempo em que seu ministério se distanciou das críticas feitas ao artigo pela embaixadora sueca em Israel.

A título de retaliação, o chefe do escritório de imprensa do governo israelense, Daniel Seaman, negou neste domingo credenciais a dois jornalistas do Aftonbladet até segunda ordem.

O chanceler israelense, Avigdor Lieberman, chegou a comparar a postura da Suécia neste caso à política neutra que adotou durante a Segunda Guerra Mundial. "Naquela época, a Suécia também se negava a intervir" contra o genocídio nazista, ressaltou.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Obama elogia decisão de Israel de frear assentamentos


SÃO PAULO - A iniciativa anunciada ontem pelo governo israelense de congelar temporariamente a expansão dos assentamentos na Cisjordânia foi elogiada pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em declaração feita ao lado do líder egípcio, Hosni Mubarak, em Washington. A questão das colônias era o principal ponto de divergência entre EUA e Israel, aliados históricos no Oriente Médio. ?Houve um movimento na direção certa e eu, desde o início, venho dizendo que todos os lados envolvidos precisam dar passos concretos para reiniciar as negociações e resolver este conflito que não é bom para os israelenses e não é bom para os seus vizinhos?, afirmou Obama na Casa Branca.A decisão do governo israelense foi anunciada pelo ministro da Habitação, Ariel Atias. ?Desde o estabelecimento do governo, há cinco meses, nenhuma aprovação foi feita para Judeia e Samaria?, disse, referindo-se aos convites do governo para licitação na construção de novos assentamentos na Cisjordânia. Segundo o ministro, o governo israelense está ?em compasso de espera?. ?É uma tentativa, acredito, para alcançar um entendimento com o governo norte-americano e um acordo de paz?, acrescentou. Obama e Netanyahu estavam, até agora, em lados opostos na questão dos assentamentos. O presidente e a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, pressionam para que a expansão das colônias, construídas em áreas reivindicadas pelos palestinos para um futuro Estado, seja congelada. Israel se recusava, argumentando que era parte de um crescimento natural e havia sido acordada com o governo do ex-presidente dos EUA George W. Bush.Ontem, no encontro com Mubarak, Obama afirmou também que espera ver um ?avanço não apenas entre os israelenses, mas também dos palestinos em temas como o incitamento à violência contra Israel e a segurança?. Os países árabes, segundo Obama, precisam demonstrar vontade de trabalhar com Israel.